Rock

Ensinando o vizinho a cantar

Por esses dias, comentei com amigos a polêmica em torno do riff de guitarra de “What to do“, canção composta e gravada por Vanusa, e o que marca “Sabbath Bloody Sabbath”, criado por Tony Iommi. É realmente curioso que Vanusa 4 tenha sido lançado quatro meses antes do LP homônimo do Black Sabbath (que saiu em dezembro de 1973). Perguntada sobre a semelhança, a cantora tratou de contemporizar, dizendo crer que seja mera coincidência e que a coisa ia ficar por isso mesmo (um belo ato de grandeza, certo?).

Bom, o ponto é que, já há algumas semanas, recuperei, via Spotify, uns álbuns bem legais da loira (que, segundo li, há alguns dias, foi internada para um tratamento de desintoxicação – ela, infelizmente, só é lembrada porque deu uma viajada no hino nacional uns anos atrás, em algum evento reaça). Só para registrar, fica aqui a faixa de abertura do lado B de Vanusa (RCA/Victor, 1969).

A instrumentação e o arranjo desta faixa (e no restante do disco) foram feitos pelos Brasas, banda gaúcha da cena da Jovem Guarda (vale a pena desencavar o álbum epônimo, de 1968). Aliás, é de se notar o belo trabalho do baixista Franco Scornavacca na condução da música.

*

Mas, na boa, a faixa dela que não me sai da cabeça – é memória de infância – é “Manhãs de setembro“.

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