Rasteiras · Rock

Indo e vindo

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Ok, este é um post confessional. Não que alguém ligue para isso, claro, mas o fato é que este blog vive da energia que me demandam as atividades produtivas: toda vez que me pressionam para trabalhar mais, sinto comichões para voltar a escrever por estas paragens. [Entro em sala de aula daqui a pouco…]

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Rendi-me à música no celular. É ruim e eu meio que não gosto de fones de ouvido, mas é inevitável. Meus vinis e CDs estão na sala de casa e continuam, escravos que são, à minha inteira disposição. Tenho uns 2.500 álbuns em MP3, consumindo inutilmente espaço no meu HD. Mas é mais prático assinar o Spotify e pronto. Nada de lágrimas.

O que tenho ouvido? Os dez últimos discos que rolaram no telefone:

  1. Electric trim (2017), do Lee Ranaldo
  2. All nerve (2018), das Breeders
  3. Yeti (1970), do Amon Düül II
  4. Do Hollywood (2016), do Lemon Twigs
  5. Everything that happens will happen today (2008), do David Byrne e do Brian Eno
  6. Singles and Sessions 1979-1981 (2006), do Delta 5 
  7. La conferencia secreta del Toto’s bar (1968), dos Shakers
  8. The end of the f***ing world (2017), do Graham Coxon
  9. Classic Quadrophenia (2017), de Pete Townshend
  10. From the fires (2017), do Greta Van Fleet

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